Bárbara Guimarães e Carrilho

Manuel Maria Carrilho pede para ser julgado por Neto de Moura

Acusado de violência doméstica e difamação, Manuel Maria Carrilho não parece estar satisfeito com a juíza Joana Ferrer e terá levantado um incidente de recusa para pedir a alteração do juiz. O ex-ministro da Cultura confia na capacidade técnica e jurídica do juiz desembargador Neto de Moura e da lealdade da parceira Luísa Arantes para julgar o processo judicial.

“Cada um deve fazer o que sabe melhor. O juiz do Tribunal da Relação do Porto tem enorme experiência e créditos firmados em casos de violência doméstica. Este processo adapta-se na perfeição. Eu sou vítima de um gravíssimo atentado à minha honra e dignidade e a Bárbara Guimarães é uma mulher adúltera, hipócrita e imoral. Eu fui um corno muito mais manso e nem sequer lhe bati com uma moca de pregos. Com o juiz Neto de Moura a julgar o meu caso, apanho pena suspensa e nem pago multa”, defendeu Carrilho.

Autor: João Henrique
Publicado no Inimigo Público

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